AMIB participa do 17º World Intensive Critical Care Congress, em Vancouver, Canadá

A AMIB esteve presente na assembleia da World Federation of Intensive and Critical Care (WFICC), em Vancouver, Canada, que reuniu lideranças globais para definir os rumos da Medicina Intensiva nos próximos anos.

Confira alguns destaques dentre os pontos discutidos:

• Transição de liderança consolidada e plano estratégico 2025–2030.
• Parcerias ampliadas com OMS, ONU, ACAN e federações regionais.
• Programas educacionais globais, incluindo cursos básicos de terapia intensiva em países de baixa renda.
• Expansão da colaboração regional (Europa, América Latina, Ásia-Pacífico, África, Mundo Árabe).
• Fortalecimento da pesquisa em cenários com menos recursos.
• Aliança oficial com a Federação Mundial de Enfermagem em Terapia Intensiva.
• Preparação para os próximos Congressos Mundiais (2027 em Déli e edições anuais subsequentes).

A conclusão reforça a importância da colaboração internacional, do combate às desigualdades no cuidado intensivo e da ampliação da educação e da pesquisa, aliada a um compromisso contínuo com a inovação e a sustentabilidade sob a nova liderança.

UTIs Brasileiras celebra 10 anos com resultados históricos e impacto na medicina intensiva

No dia 9 de setembro de 2025, a Associação de Medicina Intensiva Brasileira (AMIB), em parceria com a Epimed Solutions, celebrou os 10 anos do Programa UTIs Brasileiras, a maior base de dados de terapia intensiva do mundo. O evento marcou uma década de conquistas que transformaram a realidade das Unidades de Terapia Intensiva no Brasil.

A transformação das UTIs

Por muito tempo, a UTI foi vista como um fim da linha, um lugar de despedidas. Mas hoje, esse cenário mudou. As UTIs se consolidaram como espaços de cuidado intenso, de acolhimento mais humano e de resultados incríveis.

Segundo a presidente da AMIB, Dra. Patrícia Mello, esse avanço tem muito a ver com a solidez do programa:

“O projeto UTIs Brasileiras completa 10 anos como uma das iniciativas mais relevantes já desenvolvidas na medicina intensiva. Ele se consolidou como o maior banco de dados epidemiológicos de leitos de UTI do mundo, permitindo pesquisa, produção de conhecimento e benchmarking em larga escala. Graças a esse patrimônio de informações, tornou-se possível realizar diagnósticos mais precisos sobre a realidade da assistência em nossas UTIs, identificar pontos críticos de intervenção e, sobretudo, otimizar qualidade e segurança no cuidado ao paciente grave. Trata-se, portanto, de um marco que reafirma a importância da ciência e dos dados como base para transformar a prática e salvar vidas.”

O Programa UTIs Brasileiras, criado em 2015, reúne informações valiosas sobre taxas de ocupação, número de leitos, desfechos clínicos e evolução na recuperação de pacientes, permitindo uma visão clara da medicina intensiva no país. Essa clareza nos dados possibilita que poder público, instituições e profissionais de saúde tomem decisões mais rápidas e assertivas, sempre com foco na vida.

Os números de 2025

Atualmente, o Programa UTIs Brasileiras alcança:

  • 796 hospitais participantes
  • 1.808 UTIs monitoradas
  • 26.462 leitos cadastrados
  • Mais de 8 milhões de pacientes acompanhados desde sua criação

Esses números refletem não apenas a abrangência do projeto, mas também sua importância para o fortalecimento da medicina intensiva no Brasil.

O Dr. Marcio Soares, Vice-Presidente de Pesquisa e Desenvolvimento de Produtos da Epimed, destacou o orgulho da parceria:

“Os 10 anos do Projeto UTIs Brasileiras é uma parceria entre a Epimed e a AMIB para construir o que é hoje o maior registro de terapia intensiva do mundo. São cerca de 50% do parque de leitos de UTI do país e o Brasil é o terceiro em número de leitos de terapia intensiva do mundo. Esse é um projeto que, falando em nome da Epimed e também como intensivista, nos deixa extremamente orgulhosos e felizes de poder participar.”

Impacto direto na saúde

Durante a pandemia de Covid-19, a base de dados do Programa UTIs Brasileiras foi essencial para nortear as recomendações da AMIB ao Ministério da Saúde, auxiliando na definição de políticas públicas que ajudaram a salvar dezenas de milhares de vidas.

Além disso, todos os anos centenas de UTIs participam desse esforço coletivo para salvar mais vidas e melhorar continuamente seus resultados. As unidades que se destacam recebem selos de excelência — UTI Top Performer e UTI Eficiente —, distinções que avaliam critérios como mortalidade ajustada e uso responsável de recursos. Em 2025, mais de 300 hospitais receberam esse reconhecimento, um verdadeiro testemunho da dedicação das equipes que transformam dados em cuidado.

O Dr. Ederlon Rezende, Presidente do Conselho Consultivo da AMIB, ressaltou o legado do programa:

“A cada ano que passa o simpósio UTIs Brasileiras ganha mais corpo. Neste ano em que comemoramos uma década do programa, sinto-me orgulhoso de ver quanto conhecimento e informações foram produzidos. Dados transformados em evidências guiam qualidade, políticas públicas e a prática da medicina intensiva no Brasil.” Ainda sobre o legado do programa, a médica intensivista pediátrica e Presidente da SOTIERJ , Fernanda Lima Setta, complementa: “Para nós, intensivistas, o Simpósio deixou um legado de pertencimento e de orgulho profissional. Mostrou que, quando produzimos ciência de qualidade a partir de dados condizentes à realidade brasileira, conseguimos não apenas melhorar o cuidado aos nossos pacientes, mas também contribuir para o debate internacional em terapia intensiva”.

Uma década de impacto e esperança

Ao longo de 10 anos, o Programa UTIs Brasileiras mostrou que informação, dedicação e inovação são capazes de redefinir a realidade do cuidado intensivo. Hoje, as UTIs são espaços de acolhimento, recuperação e esperança — lugares onde vidas são transformadas diariamente.

Na visão do futuro presidente da AMIB, Dr. Cristiano Franke, essa robustez de informações é estratégica para os próximos anos:

“A robustez destes dados contribuiu muito para analisar criticamente os desfechos de nossas UTIs e, com análise aprofundada, poder identificar necessidades de ajustes que podem ir desde o nível de uma unidade até uma rede, um município, um estado e uma região.”

AMIB e OPAS iniciam capacitação presencial em Porto Velho (RO) para fortalecimento das competências dos profissionais envolvidos em todas as etapas do processo de doação e transplante de órgãos e tecidos.

A Associação de Medicina Intensiva Brasileira (AMIB), em parceria com a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) e a Coordenação-Geral do Sistema Nacional de Transplantes (CGSNT/DAET/SAES), deu início à implementação dos primeiros cursos presenciais em Porto Velho (RO).

A iniciativa contempla uma programação de cursos estruturados para atender às principais demandas das equipes de saúde, com foco em comunicação, gestão e diagnóstico médico, fundamentais para o bom funcionamento da rede de transplantes. Para a AMIB, esse investimento na formação das equipes é uma oportunidade estratégica e necessária, já que o aumento  das notificações e efetivação de doadores de órgãos e córneas, implica diretamente  na qualidade de vida dos  que aguardam um transplante.

Confira a programação:

  • CDME – Determinação de Morte Encefálica
    📅 Data: 05/09
  • GPDT – Gerenciamento do Processo de Doação e Transplante
    📅 Data: 05/09
  • CSC – Comunicação em Situações Críticas
    📅 Data: 06/09

Segundo Patrícia Freire, coordenadora-geral do Sistema Nacional de Transplantes, a parceria firmada entre os órgãos é um marco importante para o avanço da doação de órgãos no país: “A capacitação contínua é essencial para padronizar condutas, aprimorar a gestão do processo de doação e transplantes nas UTIs e unidades de atendimento a pacientes neurocríticos, e garantir atenção segura e humanizada aos familiares. O lançamento dos primeiros cursos presenciais em Porto Velho – Rondônia, revela nosso reconhecimento pelo trabalho excepcional que a Central Estadual de Transplantes do estado de Rondônia tem obtido ao longo dos anos, chegando a resultados impressionantes na notificação e efetivação de doadores de órgãos. Após o estado de Rondônia, o próximo curso será realizado no estado de Mato Grosso, refletindo nossa prioridade em atuar nos estados com maior vulnerabilidade no processo de doação, onde o número de doadores efetivos ainda está abaixo do potencia. Acreditamos que, por meio da parceria entre governo, sociedade civil e profissionais de saúde, podemos avançar rumo a um SUS mais forte, acessível e centrado nas necessidades da população”, conclui.

As capacitações reforçam o compromisso da AMIB com a qualificação das equipes multiprofissionais e o aprimoramento contínuo das práticas em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) e demais áreas envolvidas no processo de transplante, promovendo maior eficiência, sensibilidade e segurança em cada etapa do cuidado.

AMIB participa do 1º Congresso Internacional de Vítimas de Queimaduras em Tragédias

A cidade de Santa Maria (RS) recebeu, nos dias 2 e 3 de setembro, o 1º Congresso Internacional de Vítimas de Queimaduras em Tragédias, um evento inédito que reuniu sobreviventes, familiares, profissionais de saúde e especialistas do Brasil, Paraguai e Argentina. A iniciativa buscou fortalecer a troca de experiências, compartilhar aprendizados e discutir avanços necessários no cuidado às vítimas de queimaduras.

Representando a Associação de Medicina Intensiva Brasileira (AMIB), o Dr. Cristiano Franke, futuro presidente da entidade, participou como palestrante e destacou a relevância da mobilização multidisciplinar em situações de catástrofe.

“O evento foi marcante para evidenciar alguns pontos fortes e muitos pontos fracos e gargalos do nosso atendimento às vítimas de catástrofes e vítimas de tragédias, especificamente de queimados graves. As catástrofes exigem um atendimento multidisciplinar envolvendo, além dos profissionais de saúde, vários outros segmentos da sociedade. Essa integração é extremamente importante para termos um melhor resultado e tentarmos evitar o máximo possível as perdas de vidas”, afirmou o Dr. Cristiano.

O evento contou com depoimentos emocionantes de lideranças ligadas às vítimas. Para Flávio José da Silva, presidente da Associação das Vítimas da Tragédia de Santa Maria (AVTSM), a oportunidade foi única:

“Está sendo uma experiência incrível e muito rica. Uma troca entre pessoas que sobreviveram a todos os tipos de tragédias com fogo e estão compartilhando umas com as outras, em diferentes estados do nosso Brasil e também com vítimas do Paraguai e da Argentina. Sem falar na questão da troca de conhecimento dos médicos e entre especialistas que tratam essas pessoas vítimas de queimadura. Quem vai colher esses bons resultados será a população, tanto do estado do Rio Grande do Sul como do restante do país”.

Na mesma linha, Kelly Daniele de Araújo, presidente da Sociedade Brasileira de Queimaduras, destacou a relevância do debate sobre linhas de cuidado:

“Este foi um evento extremamente importante, porque evidencia as fragilidades das vítimas de queimaduras e da família, que também é envolvida. Também mostra como a linha de cuidado é importante e tem que ser desenvolvida no estado”.

A participação da AMIB reforça o compromisso da instituição em colaborar com a construção de políticas públicas, protocolos e estratégias de cuidado que garantam mais qualidade e segurança no atendimento às vítimas de queimaduras e tragédias de grande impacto.

Dr. Cristiano Franke ressaltou ainda a importância simbólica de Santa Maria sediar o evento: “Foi um encontro bem importante, em uma cidade que está ainda muito marcada, apesar de passados 12 anos desde a tragédia na Boate Kiss, com cicatrizes ainda bem visíveis, como era de se esperar, e pela magnitude do evento que aconteceu, foi muito marcante”, destacou.

AMIB certifica 18 UTIs públicas por alta eficiência no Rio de Janeiro

Cerimônia de premiação foi promovida pela Secretaria de Estado da Saúde. Estado lidera com o maior número de unidades públicas certificadas do país

Dezoito Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) da rede pública de saúde do Rio de Janeiro foram certificadas pela Associação de Medicina Intensiva Brasileira (AMIB) com selos de qualidade e excelência. A cerimônia de entrega dos certificados foi promovida pela Secretaria de Estado da Saúde do Rio de Janeiro (SES-RJ), que conta com o maior número de UTIs públicas certificadas do país. O médico intensivista e presidente futuro da AMIB, Cristiano Franke, participou do evento, que aconteceu na última semana no auditório da SES-RJ.

Das unidades fluminenses premiadas, cinco foram certificadas com Top Performer; quatro UTI Eficiente e 17 com Gestão – Indicadores de Qualidade e Desempenho. A certificação é concedida pela AMIB e pela Epimed Solutions às UTIs que se destacaram pela segurança do paciente, eficiência no uso de recursos e qualidade assistencial no atendimento a pacientes críticos. O reconhecimento faz parte do Projeto UTIS Brasileiras, realizado pela AMIB em todo território nacional. Ao todo, 800 hospitais são monitorados, sendo 352 públicos e 448 privados, que juntos ofertam mais de 20 mil leitos de UTIs no Brasil.

Para o presidente futuro da AMIB, Cristiano Franke, os resultados obtidos no Rio de Janeiro são exemplos de como o monitoramento pode contribuir para melhorar a qualidade da assistência ao paciente crítico na rede pública de saúde e torná-la mais eficiente. “Os dados apresentados pela SES-RJ mostraram avanços importantes na redução da taxa de mortalidade, tempo de internação, de reinternação e economia de recursos. Essa premiação nos deixa muito felizes, porque demonstra que a gestão eficiente, com protocolos bem definidos, pode salvar vidas. Além disso, reforça o compromisso da AMIB em promover qualidade, eficiência e segurança do paciente”, comenta.

A secretária de Estado de Saúde, Claudia Mello, disse durante a solenidade que as certificações resultam da dedicação dessas unidades, para tornar as UTIs mais eficientes. “Vamos continuar trabalhando para que esse padrão seja levado a todas as unidades do estado. Ser eficiente e ter qualidade no serviço também representa maior segurança do paciente “, afirmou Claudia Mello.

Já o subsecretário de Atenção à Saúde da SES-RJ, Caio Souza, apresentou alguns dados, que comprovam o desempenho positivo das unidades monitoradas. Segundo ele, a taxa de mortalidade nas UTIs estaduais teve melhora, baixando de 23,26% no primeiro semestre de 2024 para 21,32% no mesmo período de 2025. Já o indicador de mortalidade hospitalar teve redução de 29,16% nos primeiros seis meses do ano passado para 27,61% de janeiro a junho deste ano. 

 O tempo médio de permanência nas UTIs também apresentou queda. No primeiro semestre do ano passado, o paciente ficava em média 7,38 dias nas UTIs. No mesmo período deste ano, a permanência caiu para 6,99 dias.

Outro ponto destacado durante o evento foi a economia de recursos, que chegou a R$ 12,4 milhões, somente no primeiro semestre de 2025, sendo a redução de custo per capita na ordem de R$ 820, de um total de 15.132 pacientes. Com isso, houve um aumento da capacidade de implementar 33 novos leitos, propiciando a sustentabilidade do Sistema Único de Saúde (SUS). 

Também participaram do evento o diretor-médico do Programa Epimed Governança Clínica, Maurício Velasco, e Ulisses Melo, coordenador técnico-científico do Complexo de Saúde Alberto Torres, que teve UTIs premiadas.

Com informações da SES-RJ

Fotos: Mauricio BAZILIO/SESRJ

AMIB apoia a “Carta aberta – Médicos pelo meio ambiente e pelo clima”

A carta foi publicada pela Associação Paulista de Medicina com o objetivo de promover uma série de ações focadas nas mudanças climáticas e nas possibilidades de reverter este que é um grave problema de saúde pública.

O documento é resultado de uma reunião entre a diretoria da APM e o médico ambientalista Gilberto Natalini, focada nas mudanças climáticas que vêm afetando o planeta e, consequentemente, a Saúde da população.

Apoio ao Projeto de Lei nº 785/2024 – Exame Nacional de Proficiência em Medicina

Nesta segunda-feira (14) está na pauta para votação na Câmara dos Deputados, o requerimento de urgência do Projeto de Lei 785/2024, do deputado Doutor Luizinho (PP-RJ). A Associação Médica Brasileira (AMB), as suas Federadas e as Sociedades de Especialidade conveniadas, entidades que representam a vasta e dedicada comunidade médica em nosso país, manifestam integral e irrestrito apoio ao Projeto de Lei nº 785/2024.

Clique aqui para acessar a carta da AMB na íntegra.

A convite do Ministério da Saúde, AMIB apresenta panorama sobre a medicina intensiva no Brasil

Medicina Intensiva como Pilar Estratégico para a Qualidade e Eficiência no Sistema Único de Saúde (SUS). Esse foi o tema da oficina apresentada pela Associação de Medicina Intensiva Brasileira (AMIB) a convite do Ministério da Saúde (MS) a representantes da Secretaria de Atenção Especializada à Saúde (SAES), em Brasília. A apresentação teve por objetivo apresentar um retrato atual da medicina intensiva no Brasil.

A comitiva da AMIB, formada pela presidente da associação, Patrícia Mello, pelos diretores Cristiano Augusto Franke e Marcelo Maia, pelo presidente do Conselho Consultivo, Ederlon Resende, e pela presidente da comissão de formação do intensivista, Flavia Machado, apresentaram uma série de informações, como a distribuição de leitos e de especialistas no território nacional e o perfil da força de trabalho médico nas UTIs brasileiras.

Na ocasião, também foi abordado a importância do monitoramento contínuo e da gestão baseada em dados. Como exemplo foi apresentado o Projeto UTIs Brasileiras, e que monitora mais de 40 mil leitos.

“A proposta foi discutir os principais desafios e caminhos de solução para a construção de uma medicina intensiva de excelência em todo o Brasil. Nas oficinas, compartilhamos dados técnicos, levantamentos e discutimos os diversos aspectos que envolvem a assistência ao paciente grave. Também nos colocamos à disposição para colaborar na construção de linhas de cuidado do paciente grave, de diretrizes de saúde e em projetos de fortalecimento da formação, envolvendo a medicina intensiva”, comenta a presidente da AMIB, Patrícia Mello.

Na avaliação da presidente da AMIB, o encontro com foi positivo e resulta de uma série de visitas e interações ao Ministério da Saúde, que ocorrem há mais de um ano. Participaram da oficina Arthur Lobato Barreto Mello, diretor do Departamento de Atenção Especializada e Temática (DAET); Tatiane Batista Chaves, assessora do Departamento de Atenção Hospitalar, Domiciliar e de Urgência (DAHU); Alyne Ferreira, assessora do Departamento de Regulação Assistencial e Controle (DRAC); Natascha Nepomuceno, assessora da Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde (SGTES) e Patrícia Peres, assessora da Coordenação-Geral do Sistema Nacional de Transplantes (CGSNT), entre outros.