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Reconhecido como o maior banco de dados epidemiológicos de leitos de UTIs do mundo, o programa UTIS brasileiras é uma iniciativa da AMIB com a EPIMED Solutions.
Desde 2015, o projeto tem como objetivo reconhecer as unidades de terapia intensiva que alcançam melhores resultados assistenciais, além de estimular a melhoria contínua da qualidade da terapia intensiva no país.
O monitoramento contínuo permite reunir informações sobre taxas de ocupação, número de leitos, desfechos clínicos e evolução na recuperação de pacientes, caracterizando o perfil epidemiológico das Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) no Brasil.
O UTIs Brasileiras tem como objetivo reconhecer e premiar as UTIs que demonstraram excelência em desempenho e qualidade no atendimento a pacientes críticos ao longo de cada ano.
A avaliação das UTIs considera simultaneamente dois aspectos da assistência intensiva: qualidade clínica e eficiência operacional. Para isso, a análise adota como principais indicadores a mortalidade ajustada ao risco dos pacientes atendidos, parâmetro que permite mensurar o desempenho clínico das unidades, e a utilização de recursos assistenciais, com destaque para o tempo de permanência na UTI ajustado à gravidade dos casos.
Além disso, só são avaliadas UTIs que usam o sistema de monitoramento durante todo o ano de análise, com volume mínimo de internações e preenchimento confiável dos dados clínicos. Vale ressaltar que as UTIs são avaliadas de acordo com o perfil dos pacientes que atendem: UTIs cardiológicas e UTIs gerais.
Reconhecido como o maior banco de dados epidemiológicos de leitos de UTIs do mundo, o programa UTIS brasileiras é uma iniciativa da AMIB com a EPIMED Solutions.
Desde 2015, o projeto tem como objetivo reconhecer as unidades de terapia intensiva que alcançam melhores resultados assistenciais, além de estimular a melhoria contínua da qualidade da terapia intensiva no país.
EM 2026, A CERTIFICAÇÃO SEGUE EVOLUINDO. PARA CUIDAR AINDA MELHOR.
Depois de mais de uma década incentivando a melhoria contínua da terapia intensiva brasileira, o Programa UTIs Brasileiras inicia uma nova etapa.
Uma evolução construída com responsabilidade, ciência e compromisso permanente com a qualidade.
Tem alguma dúvida sobre as mudanças nos critérios de certificação?
CONFIRA NOSSO FAQ ABAIXO:
1. O que é a Certificação do Programa UTIs Brasileiras?
É um processo voluntário de reconhecimento da excelência em terapia intensiva, coordenado cientificamente pela AMIB. A avaliação é feita por benchmarking nacional ajustado por risco e gravidade, e reconhece as unidades que demonstram desempenho superior em qualidade assistencial e eficiência operacional, estimulando a melhoria contínua e a disseminação de boas práticas.
2. A Certificação é obrigatória?
Não. A adesão é totalmente voluntária. Ela reconhece o desempenho da unidade, mas não é condição legal para o funcionamento de uma UTI.
3. A Certificação substitui a fiscalização dos órgãos reguladores?
Não. A Certificação não se confunde com habilitação, credenciamento, licenciamento ou fiscalização, e não substitui as atribuições legais da Anvisa, do Ministério da Saúde ou dos Conselhos de Medicina. Trata-se de uma avaliação comparativa de desempenho, independente e de base científica.
4. O que mudou com a Nota Técnica nº 01/2026?
A Nota Técnica formaliza duas atualizações principais: a exigência de qualificação específica do Responsável Técnico e a adoção de novos modelos prognósticos para o ajuste de risco. As duas mudanças serão implementadas de forma progressiva, respeitando um cronograma de transição.
5. Qual é a nova exigência para o Responsável Técnico?
A partir da Certificação referente ao desempenho de 2026, com outorga prevista para 2027, o Responsável Técnico da unidade deverá possuir Título de Especialista em Medicina Intensiva reconhecido pela Associação Médica Brasileira (AMB) e/ou Registro de Qualificação de Especialista (RQE) ativo em Medicina Intensiva junto ao respectivo Conselho Regional de Medicina.
6. Quais são os novos modelos prognósticos e quando passam a valer?
A partir da Certificação referente ao desempenho de 2027, com outorga prevista para 2028, o Programa adotará o SAPS 3 Customizado para a população brasileira e o Epimed Prediction Model (EPM) como modelos oficiais para o ajuste de risco da Taxa de Mortalidade Padronizada (TMP) e da Taxa de Utilização de Recursos Padronizada (TURP). A mudança busca aprimorar a calibração das estimativas e fortalecer a comparabilidade entre as instituições.
7. Quais critérios uma UTI precisa cumprir para ser elegível?
A unidade deve, simultaneamente: utilizar continuamente o sistema Epimed Monitor em todos os trimestres do ano de referência; possuir o número mínimo de internações com desfecho hospitalar em cada trimestre de acordo com a capacidade de leitos; apresentar completude igual ou superior a 85% do registro das variáveis necessárias ao cálculo dos modelos prognósticos; manter taxa de transferências externas inferior a 20% das altas hospitalares; e assegurar a consistência, a integridade, a fidedignidade e a qualidade dos dados. Cumprir esses critérios é condição necessária, mas não garante, por si só, a Certificação.
8. Como as UTIs são classificadas na avaliação?
Para permitir comparações entre unidades de perfil semelhante, elas são separadas em UTIs Gerais e UTIs Cardiológicas. Unidades Cardiológicas são aquelas em que 50% ou mais das internações correspondem a pacientes cardiovasculares clínicos, cirúrgicos cardíacos ou submetidos a procedimentos cardiovasculares invasivos. As demais unidades são classificadas como Gerais. Essa classificação tem finalidade exclusivamente metodológica.
9. Quais são as categorias de Certificação?
São duas. A UTI Top Performer reúne as unidades com TMP e TURP inferiores ao percentil 33 (tercil inferior) da distribuição nacional. A UTI Eficiente reúne as unidades com valores de TMP e TURP inferiores à mediana (percentil 50) que não atendam simultaneamente aos critérios de Top Performer. A classificação é feita separadamente para UTIs Gerais e Cardiológicas.
10. Os critérios de classificação são fixos?
Não. Os percentis são recalculados anualmente com base na distribuição nacional dos indicadores das unidades elegíveis, seguindo a metodologia vigente do Programa.
11. O que permanece igual?
A metodologia central da Certificação está preservada. A avaliação continua integrando a Taxa de Mortalidade Padronizada (TMP) e a Taxa de Utilização de Recursos Padronizada (TURP) na matriz de qualidade e eficiência do EPIMED Monitor. As atualizações incorporam avanços científicos e regulatórios sem alterar os princípios que orientam o Programa desde a sua criação.
12. Qual é o cronograma de implementação?
Certificação 2027 (desempenho de 2026): passa a valer a exigência de Título de Especialista e/ou RQE ativo para o Responsável Técnico. Certificação 2028 (desempenho de 2027): mantém-se essa exigência e passam a ser adotados o SAPS 3 Customizado e o Epimed Prediction Model (EPM) como modelos oficiais de ajuste de risco.
13. Onde posso consultar o documento completo?
A Nota Técnica nº 01/2026 fundamenta-se no White Paper “Atualização dos Critérios para Certificação do Programa UTIs Brasileiras”, que apresenta toda a base científica, metodológica e regulatória das medidas e pode ser encontrada AQUI
Confira as informações referentes ao portal www.amib.org.br e hotsites da Associação de Medicina Intensiva Brasileira – AMIB
INTRODUÇÃO
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